A ação conduzida pelo Hospital APAMI, numa parceria entre a FACOL (Faculdade Escritor Osman da Costa Lins) e a UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), objetivou utilizar técnicas e sequências de massagens para o ensino da ‘Shantala’.
Durante o encontro as mamães puderam, a partir das teorias apreendidas, por em prática as principais funções dessa arte milenar – originária da Índia, e que, comprovadamente, melhoram a saúde e o bem-estar dos bebês, estreitando – ainda mais – o vínculo materno.
A terapia consiste em a mãe colocar o bebê no colo e, com as mãos, realizar movimentos suaves no rosto e corpo do recém-nascido, contribuindo, portanto, no fortalecimento de músculos e articulações. A técnica também ativa a circulação e o sistema nervoso central, propiciando o alívio das cólicas, tão normais nos primeiros meses.
“Esse procedimento proporciona uma melhor saúde à criança. A ‘Shantala’ serve para a mãe conhecer melhor o seu bebê, estabelecendo um vínculo mais forte entre mãe e filho, além de proporcionar um melhor equilíbrio mental, onde a criança será mais autoconfiante nas decisões, a exemplo de experiência, como: primeiro dia de aula e outras ocasiões vividas distantes da mãe”, explicou a coordenadora do curso de Fisioterapia da FACOL, Dra. Iza Arruda.
Saiba mais sobre a Shantala
A ‘Shantala’ é tão importante para os pais quanto para a criança, pois proporciona uma enorme interação e troca de afeto entre eles. Para o bebê, o toque traz a lembrança de movimentos intra-uterinos, quando o líquido amniótico que envolvia o feto o massageava com pequenas contrações. Ao ser tocado novamente, a criança redescobre esse prazer e se sente segura e protegida.
Sendo uma técnica indiana que estimula a relação entre mãe e filho, ajudando a fortalecer o vínculo entre ambos, o método é baseado na crença de que o bebê se desenvolve melhor se for tocado.