Em evento realizado na noite da última sexta-feira (3), a FACOL – Faculdade Osman Lins, em parceira com a Federação Pernambucana de Futebol (FPF), através da Escola Argemiro Félix de Sena (Sherlock), formou 19 novos árbitros e 12 árbitros assistentes. A solenidade, que marca a terceira do turma do curso, foi realizada na Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) do Recife.
O evento foi aberto pelo presidente da escola de Arbitragem, ex-árbitro FIFA, Sebastião Rufino, que convidou demais autoridades para compor a mesa e, em seguida, repassou a palavra para o presidente da FPF, Evandro Carvalho, que em discurso destacou o empenho de cada colaborador para concretização de mais um curso de Formação Profissional em Árbitros de Futebol.
“Parabéns a todos, por abraçar essa profissão que é rentável, gera reconhecimento, permite que vocês cresçam profissionalmente em todo o Brasil, na América do Sul perante a CONMEBOL e mundialmente perante a FIFA. Portanto, sucesso a todos e que vocês possam honrar o melhor quadro de árbitros do Norte-Nordeste do Brasil, que é o de Pernambuco”, enfatizou.
A FACOL foi representada pelo diretor pedagógico, Péricles Austregésilo, que destacou a importância do curso durante discurso. “É um projeto brilhante, onde os formandos da primeira turma, de dois anos atrás, já estão atuando na primeira divisão e demais categorias. É importante frisar que a gente deixa de formar profissionais aos pedaços e a gente forma hoje profissionais completos”, disse.
Durante a solenidade, prestigiada por familiares e amigos dos formandos, membros da mesa receberam homenagens dos alunos concluintes, como o diretor de Competições da FPF, Murilo Falcão, e os professores Jamerson França – paraninfo da turma – e Vanessa Viana.
O curso teve 10 meses de duração com uma carga horária de 401h. A previsão é que os formandos comecem a atuar em jogos não profissionais e competições amadoras promovidas pela FPF. “Estamos muito orgulhosos pela safra de novos árbitros que estamos colocando no futebol pernambucano, nordestino e brasileiro”, frisou Sebastião Rufino.